segunda-feira, 28 de maio de 2018

O QUE EU PENSO.....


Boa noite.
Hoje não me apetecia escrever, mas o prometido é devido, aqui vai.
A minha opinião de hoje debruça-se sobre um tema que ultimamente tem sido bastante comentado e tem sido bastante aproveitado pela população da Freguesia e arredores, estou a falar de cursos de formação.
A Junta de freguesia assinou protocolos com entidades formadoras e as formações realizam-se na sede da Junta e na escola da Arrancada.
O que é formação certificada?
De acordo com a definição de Certificação da Terminologia de Formação presente no site da DGERT, a formação certificada é toda aquela que permite a validação e reconhecimento formais das competências de um indivíduo e de outras condições exigidas para o exercício de uma profissão ou actividade.
Estas competências poderão ser adquiridas através da frequência com aproveitamento de uma acção de formação.
Quando o curso é validado/homologado/certificado por uma entidade, comprova a competência do indivíduo para o exercício de uma profissão ou actividade.
Cada vez mais a formação Certificada é fundamental para o dia-a-dia das pessoas, sem formação nada ou quase nada se consegue ou faz.
Formação para a nossa actividade agrícola, exigida por lei de acordo com a Portaria nº 283 de 24 de Outubro de 2011.
Hoje vou falar sobre aplicação de produtos fitofarmacêuticos.
A lei saiu em Outubro de 2011 e entrou em vigor em Março de 2016, deixando de poder comprar os produtos e legalmente fazer a sua aplicação milhares de pequenos agricultores.
A partir desta data milhares desses pequenos agricultores pagaram centenas de euros a empresas que aproveitaram esta oportunidade e com uma campanha forte e por vezes enganosa manipularam e enganaram os mesmos facturando milhões.
Algumas formações muito bem pagas foram ministradas onde hoje se continuam a dar ou seja na sede da Junta de Freguesia.
Não deveria ser uma obrigação do poder local proteger os seus cidadãos e procurar no poder central obter informação sobre o andamento deste problema, pois passou a ser um problema, sabendo ele poder local que nada fez em informação e divulgação durante o período em que esteve aberta a formação obrigatória gratuita.
Claro que o poder central ao ser confrontado com milhares de pessoas que não cumpriram a obrigação legal viu-se obrigado a abrir novamente a formação gratuita.
Neste aspecto muito bem este executivo na formalização dos protocolos e na informação e divulgação de todas estas acções de formação.
O poder local deve disponibilizar aos seus habitantes todos os meios e condições para uma vida melhor, tanto a nível de infrastruturas como de formação tanto obrigatória como curricular.
O saber nunca ocupou lugar vamos aproveitar para podermos exercer as nossas actividades legalmente e aprofundar os nossos conhecimentos.
E mais não digo……

Sem comentários:

Enviar um comentário