segunda-feira, 13 de agosto de 2018

O QUE EU PENSO...


Boa noite amigos.
Ultimamente ando com vontade e a ter prazer de escrever, verdade seja dita que os acontecimentos também motivam.
Vou continuar a falar sobre a realização das festas na Freguesia, desta vez o Santo António na Arrancada.
Realizou-se este fim-de-semana aquela que já foi a maior festa da Freguesia e com o decorrer dos anos foi acabando mesmo por não se realizar.
Claro que se sentia a falta da mesma pois são datas que lembram e que nos trazem memórias do passado que recordamos com nostalgia.
Então como a tradição se manteve lá fui para o tradicional almoço de família pois as festas são dias em que as famílias se encontram e reforçam os seus laços.
No fim do almoço e também para manter a tradição e como as festas movimentam o comércio e a economia local vamos tomar o cafezinho e o seu digestivo a um dos cafés do lugar, reencontram-se amigos que não víamos á algum tempo, recordamos memórias e de seguida vamos para a Santa Missa e participar na procissão.
Capela cheia, muita Fé e Respeito, um celebrante filho da terra e a fazer a sua caminhada numa paróquia do Concelho de Fornos de Algodres no Distrito da Guarda que eu tive o prazer de conhecer pessoalmente e que também cumpriu a tradição e veio para a festa da família.
Saíram os seus andores magistralmente enfeitados uma fanfarra que eu desconhecia mas que admirei e não com aquela participação grande como acontecia antigamente mas muito significativa lá foi a procissão até ao cruzeiro, mas recordo-me que antigamente vinha á rotunda do Ribeiro, como foi bonito ver ainda algumas famílias a ver passar a procissão e meter nas suas janelas e varandas as sua colchas e toalhas como se fazia antigamente, faltou o deitar flores nos andores e enfeitar o chão com verdes e flores, mas não sabem o orgulho e a alegria que senti ao ver que de pouco a pouco estamos a recuperar e a tentar manter a tradição.
E como parece que andam ao som da música o poder local mandou limpar as bermas e as valetas, como foi bom vir da Balboa para a Arrancada e ter a rua limpa.
Há noite vim para o arraial ver o agrupamento musical, não era o antigamente mas estava agradável, estava de parabéns a organização pois atingiu os objectivos a que se tinha proposto.
Espero e desejo que tenham contactado pessoas para continuar no próximo ano com a realização dos festejos, pois caso contrário será uma perda para a Freguesia e para a economia local, pois os festejos movimentam e muito o comercio local e não só.
Claro que para isso ser uma realidade todos devemos colaborar, cada um dentro das suas possibilidades e marcar presença nos dias festivos para engrandecer a festividade e garantir a continuidade da mesma caso contrário tudo mas tudo acaba.
E mais não digo…

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

O QUE EU PENSO....


Boa noite.
Hoje tenho um imenso prazer em escrever, ao contrário de outras vezes que era um sacrifício.
Vou falar na Festa da Santa Ana no Moutedo.
Como todos os quase todos sabem a zona serrana da Freguesia de Valongo do Vouga é constituída por alguns lugares: Cadaveira, Moutedo, Salgueiro e Redonda.
Tirando a Cadaveira que na década de setenta no grande incêndio ficou sem a sua capela de Santo Amaro que foi consumida pelas chamas, todos os outros lugares têm a sua capela e o seu padroeiro, Nossa Senhora das Dores na Redonda, Santo André no Salgueiro e Santa Ana no Moutedo.
Foi para mim uma alegria imensa constatar a Fé o Empenho a Humildade e o Brio com que a população do lugar do Moutedo tem em prol da sua capela e da sua padroeira.
Em dia de festa as famílias reuniram-se no tradicional almoço e fortaleceram os laços que os liga ao lugar vindo para assistir e encher a capela na celebração da Santa Missa e colaborar orgulhosamente na sua linda procissão.
Saíram na procissão quatro andores magistralmente enfeitados demonstrando um querer e um orgulhoso enorme no que é seu e demonstrando uma Fé e um respeito muito grande em manter e preservar as tradições.
Claro que tudo dá trabalho, desde o arranjo da capela aos andores á passadeira com verdes e flores na volta da capela no trajecto até ao cruzeiro no alto, tudo maravilhosamente engalanado e até como havia festa houve por parte do poder a limpeza do recinto da capela e das bermas.
E no fim como foi reconfortante ouvir as palavras do Diácono Dinis, e ver no vosso rosto a alegria e a satisfação do dever comprido, a constatação que tudo correu como estava planeado que nada faltou e a motivação para continuar a fazer para o ano.
Não deveria ser este o pensamento e o empenho dos outros lugares para reactivar a tradição e pelo menos uma vez por ano terem na sua capela uma missa e se possível uma procissão, não acham que está na altura de se fazer alguma coisa!
E mais não digo…..

segunda-feira, 30 de julho de 2018

FESTA SANTA ANA NO MOUTEDO










Realizou-se a tradicional festa de Santa Ana no lugar do Moutedo.
Dia de muita devoção e fé que veio dizer-nos que a tradição é para manter, o que mostra que as Povoas estão vivas.
Parabens gentes do Moutedo por não deixarem acabar a festa religiosa e preservarem a festa da familia pois neste dia as familias reuniram-se e uniram-se para confraternizarem e colaborar na procissão.
No fim a actuação do jovem acordeonista Lucas que nos brindou com o seu reportório.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

SANTA ANA

O Moutedo vai estar em festa.
Domingo realiza-se a missa seguida de procissão da sua padroeira, Santa Ana.
Vamos dizer presente e encher aquela magnifica capela, participando na santa missa e na magestosa procissão.
Domingo ás 17 horas todos os caminhos vão dar ao Moutedo.

terça-feira, 24 de julho de 2018

O QUE EU PENSO......


Boa noite!
Hoje não me apetecia falar, mas lá vai….
Vou hoje falar sobre a critica, pois tenho sido olhado e até confrontado com palavras e olhares intimidatórios que em nada dignificam quem os pratica, mas vamos em frente!
Quando assumimos certos e determinados cargos temos que estar preparados para sermos avaliados no nosso desempenho e nessa avaliação podemos ser criticados por algumas situações que quem vê tem uma visão diferente da nossa.
Não podemos nem devemos não aceitar as críticas, parece estranho mas normalmente acontece.
Mas isso é mais comum do que imaginamos. Posso chamar isso de «Baixa tolerância à Critica». A baixa tolerância, provavelmente ocorre, pelo facto de estarmos convencidos que a crítica é sempre algo negativo.
Algo que nos vai ofender, nos ferir, nos diminuir. Sempre que posso, procuro usar a «Crítica Cuidadosa». Saber que a forma como falo e tão importante quanto o que tenho a dizer.
Um pouco de doçura nas palavras não vai fazer mal algum. Não vai tirar a força das palavras que são ditas. Vai sim, criar uma aceitação positiva.
Quem é criticado deve ter ouvidos fortes. Nem sempre somos criticados e avaliados por pessoas que usam a «crítica cuidadosa» como instrumento de avaliação. Podem ser mais sintéticos, objectivos e ríspidos sem no entanto deixar de ter razão no que dizem.
A crítica pode até ferir, mas em geral é algo destinado a contribuir para melhoria do desempenho ou evitar erros.
 Sempre que sinto a necessidade de avaliar ou criticar alguém, devo-o fazer com amor e verdade, com uma sinceridade que construa.  E quando somos alvos de uma avaliação ou de uma crítica devemos nos curvar, usar de humildade, ouvir com ouvidos fortes e atentos, não agradecer mas saber ouvir.
Críticas não são negativas nem positivas. São pontos de vista que sempre precisam de ser compreendidos dentro de um contexto.
Podem ajudar ou ferir, dependendo de quem as ouve. Podem ser mais bem aceites ou rejeitadas dependendo de quem as faz, e da forma como as fazem.
Só recebe críticas quem trabalha. Só pode fazer críticas quem também as aceita.
E mais não digo……..