segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O QUE EU PENSO......


Boa noite.
Quinta feira, o dia de exercitar o dedo e manter o hábito saudável de escrever, digo eu!
Hoje vou dar uma opinião que vai levantar muita polémica, mas é o que eu penso, é só a minha opinião.
Futebol no nosso Concelho….
No Concelho existem em actividade com a prática de futebol vários clubes: Recreio Desportivo de Águeda, LAAC, Liga dos Amigos de Aguada de Cima, Sporting Clube de Fermentelos, União Desportiva Mourisquense, e Associação Desportiva Valonguense.
O Recreio de Águeda no Nacional, Campeonato Nacional de Seniores (antiga 3ªdivisão) o Mourisca na Divisão de Elite (antiga 1ªdivisão distrital) Fermentelos na 1ªDivisão (antiga 2ªdivisal distrital) LAAC e Valonguense na 2ª Divisão (antiga 3ªdivisão distrital) e a nível Distrital a ultima divisão.
Estes clubes estão em actividades, mas muitos têm encerrado como: Barrô, Paradela, Recardães, Borralha, Travassô, Serem, e este ano mas tenho a esperança que para o ano continue o Macinhata.
É frustrante que ao domingo á tarde quem gosta de futebol e faça uma ronda por as equipas que jogam em casa encontre em cada campo como se costuma dizer meia dúzia de pessoas em cada jogo, será que a bilheteira dá para pagar a equipa de arbitragem, já para não falar nos clubes que requisitam GNR.
Eu tenho uma ideia muito própria sobre este assunto, mas bastante controversa: sou apologista que só exista uma equipa de futebol sénior no Concelho.
Passo a explicar: Todos os clubes faziam formação, apostava-se verdadeiramente na formação, a Câmara Municipal apoia todos os clubes a nível de formação, pois é de acordo com o número de atletas inscritos que recebem o apoio anual, os pais pagam mensalidades e nalguns casos a inscrição anual, este dinheiro tem de ser canalizado para a formação, mas o que acontece maioritariamente é que este dinheiro é gasto nas equipas seniores e não chega, pois paga-se aos jogadores o que se tem e não tem, nalguns casos os dois, três primeiros meses e depois o dinheiro acaba e os resultados vêm por aí abaixo.
A minha ideia é a equipa sénior ser composta só por jogadores oriundos da formação dos clubes, o jogador na formação tem de ter por objectivo alcançar um lugar nessa equipa, pois o que acontece actualmente é que competem até aos juniores e depois ou têm algum valor e saem para fora ou acabam, pois as equipas existentes salvo algumas excepções não apostam na prata da casa e vão buscar fora, pagando altos valores.
Por isso no sábado á tarde e domingo de manhã vamos ver os nossos jovens nos nossos clubes e no domingo á tarde de quinze em quinze dias vamos todos ver a nossa equipa sénior.
Se não houver por parte de quem manda uma revolução no actual sistema de pouco a pouco vão desaparecendo todos os clubes existentes, pois os encargos são elevadíssimos e não existem receitas.
Calma, eu para isso também tenho uma ideia: claro que a equipa sénior não vai jogar sempre como vocês estão a dizer em Águeda, não a equipa vai fazer os seus jogos nos diversos campos do Concelho, alternadamente e assim levamos o futebol a todos.
Na minha opinião prefiro ter uma equipa que dignifique a nível futebolístico o nosso Concelho a nível Distrital e porque não a nível Nacional duque várias que se arrastam por esses campos e que nada nos orgulham, muito pelo contrário.
E mais não digo…..


terça-feira, 4 de dezembro de 2018

O QUE EU PENSO.......


Boa noite.
Quinta-feira aquele dia que alguns não gostam, mas que para mim é um dia especial, pois é o dia de dar ao dedo e passar para o papel aquilo que se tornou um hábito saudável que é escrever, digo eu!
Hoje vou falar de Associativismo.
O que é o Associativismo?
O Associativismo é a expressão organizada da sociedade, apelando à responsabilização e intervenção dos cidadãos em várias esferas da vida social e constituiu um importante meio de exercer a cidadania.
O associativismo é expressão e exercício de liberdade e exemplo de vida democrática.
É uma escola de vida colectiva, de cooperação, de solidariedade, de generosidade, de independência de humanismo e cidadania.
Concilia valor colectivo e individual. Pelo que, defender, reforçar, apoiar e promover o desenvolvimento do movimento associativo é defender e reforçar a democracia e a participação dos cidadãos na vida social.
O Movimento Associativo é um produto social. Transforma-se com a evolução social, acompanha e participa activamente nessa transformação.
Realiza-se tanto mais profundamente quanto mais tenha claros os objectivos da sua intervenção.
A Freguesia de Valongo do Vouga tem um grupo ainda grande de associações:
ACRAR - Associação Cultural e Recreativa dos Amigos da Redonda
ACRF - Associação Cultural e Recreativa de Fermentões
ADV - Associação Desportiva Valonguense
Centro Social e Paroquial de Valongo do Vouga
Fundação Nossa Senhora da Conceição
GDA - Grupo Desportivo Amador
Irmandade da Nossa Senhora da Conceição da Capela de Nossa Senhora da Conceição,
Assoartes- Escola de Artes de Valongo do Vouga.
APSACPVV- Associação de Pais da Secção de Andebol da Casa do Povo de Valongo Vouga.
Perdoem-me se esqueci alguma, a Freguesia tem dez Associações, temos pano para mangas como se costuma dizer, tanto a nível desportivo, cultural, recreativo e social.
No meu ponto de vista e volto a frisar é o meu ponto de vista, se a nível desportivo não temos margem de manobra pois as competições são marcadas pelas Associações Distritais e algumas pela Federação de Andebol de Portugal, vamos ter competições a decorrer ao mesmo tempo e por vezes no mesmo horário o que dispersa os espectadores no resto devemos ter uma política consertada e programada anualmente para não haver em simultâneo varias actividades ou mesmo espectáculos na Freguesia.
Vou dar um exemplo:
 Há uns fim-de-semana decorreu na Casa do Povo mais uma edição da Casa Mágica, espectáculos de marionetas, espectaculares, se não podíamos mexer nos jogos de andebol, pois os campeonatos estão em andamento, não devíamos ter tido tambem a exposição, na minha opinião é uma exposição digna de ser visitada e poderia ser num fim-de-semana em que não houvesse outro espectáculo, pois tirou brilho e a aderência da população não deve ter sido a melhor pois teve que se dispersar por todas as actividades.
Na minha modesta opinião no início de cada ano e com a moderação da Junta de Freguesia deveriam sentar-se todas as Associações na mesma mesa e discutirem entre todas as datas das sua actividades para não acontecer uma sobreposição de eventos ou actividades.
Temos e muito vem a Assoartes, uma Escola de Artes, que deveria ter um papel mais interventivo na sociedade Valonguense.
Eu volto a dar exemplos:
A ACRAR na Redonda organizava um jantar, nesse jantar a Assoarte participava com um espectáculo dos seus alunos por exemplo de fados, estão a acompanhar o meu raçocinio, a ACRF de Fermentões organizava o seu magusto, a Casa do Povo disponibilizava o seu Rancho Folclórico para animar o evento, a Fundação organizava o seu almoço de aniversário, a Casa do Povo disponibilizava a sua Banda de Música para animar o almoço e assim ponhamos a Freguesia em movimento durante todo o ano.
A isto chamaria um intercâmbio associativo e cultural que iria ser uma mais-valia e um motivo de orgulho e união entre todos os intervenientes e a população em geral.
Quem de direito pense na melhor maneira de fazermos da nossa Freguesia um exemplo a nível Concelhio e porque não o nosso orgulho a nível Nacional.
A união faz a força e todos juntos podemos ir longe!
E mais não digo…….

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

O QUE EU PENSO.......


Boa noite.
Quinta-feira dia de hábito saudável, escrever, digo eu!
Hoje vou falar do Concerto Solidário.
Não, não vou criticar, pois no meu ponto de vista foi um espectáculo grandioso.
Concerto aguardado com alguma expectativa pois nunca foi divulgada a quem revertia a angariação do mesmo e havia a circular muita contra informação.
Pavilhão muito bem composto de público, no entanto eu pessoalmente esperava muito mais, pois nestas ocasiões devemos participar, pois ninguém sabe o dia de amanhã e qualquer um pode vir a ficar em situação que precise de ser apoiado.
A Orquestra Filarmónica 12 de Abril, mais conhecida por Banda de Travassô dispensa apresentação, pois o seu reportório musical é de uma qualidade muito alta e os seus espectáculos são de um nível musical e artístico muito elevado o que só por si justificava a presença de todos.
Para o espectáculo ter um nível ainda mais elevado, fomos presenteados com a actuação de um grupo de meninas da Assoartes que estiveram maravilhosas, demonstrando a todos os presentes a qualidade de ensino e trabalho desenvolvido por esta Escola de Artes que recentemente completou vinte anos de existência.
Foram interpretados vários estilos musicais desde música clássica, fado, marchas, rock, vários êxitos internacionais assim como varias músicas nacionais acabando o Concerto com a repetição de um clássico dos Chutos e Pontapés que a Orquestra á pouco tempo apresentou com o Tim e que as meninas da Assoartes não deixaram os seus créditos por mãos alheias e maravilharam todos os presentes com uma estupenda interpretação da minha casinha acabando com a plateia de pé e em coro a cantar a canção dando por encerrado o concerto em grande apoteose.
No pequeno intervalo foram feitos os agradecimentos, foram entregues uns ramos de flores e foi divulgado a verdadeira finalidade do Concerto.
Na minha opinião e é só a minha opinião penso que estão a caminhar no caminho certo.
A criação de um grupo de trabalho com as várias Instituições da Freguesia e o convite a várias técnicas que trabalham nessa área mas fora da nossa Freguesia, penso que será uma mais-valia para poderem identificar, encaminhar e apoiar com critérios definidos os casos de dificuldades existentes na nossa comunidade.
Na minha opinião nestas situações de apoio social deve-se ter conhecimento e consciência das reais dificuldades das pessoas em questão e devem ser tomadas todas as medidas que salvaguardem o vem estar moral e psicológico das mesmas e tudo isso deve ser realizado por técnicas e pessoas idóneas, responsáveis e conhecedoras destas realidades.
Que consigam ter a sabedoria de levar a bom porto o trabalho a que se dispuseram, gostaria que não tivessem muito trabalho nesta árdua missão, no entanto a realidade diz-nos que não vai ser assim.
O caminho faz-se caminhando e a nível de solidariedade a nossa freguesia estava completamente como se costuma dizer «sem rei nem roque» que este tenha sido o primeiro passo para uma verdadeira e correta política de solidariedade.
E mais não digo….

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O QUE EU PENSO....


Boa noite!
Mais uma quinta-feira e dizem alguns de vocês, «este não se cala» e é verdade apanhei-lhe o gosto e passou a minha escrita a ser um hábito saudável, digo eu!
Hoje vou debruçar-me sobre a evolução populacional da nossa Freguesia:
Valongo do Vouga é uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Águeda, com 43,20 km² de área e 4 877 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 112,9 hab/km².
Localizada na parte norte do concelho, a freguesia de Valongo do Vouga tem como vizinhos as localidades de Préstimo a sueste, Águeda a sul, Trofa e Lamas do Vouga a oeste e Macinhata do Vouga a noroeste, e o concelho de Sever do Vouga, a leste.
Foi elevada a vila em 12 de Junho de 2009
A palavra Valongo, provém do latim Valle Longum.
De acordo com os últimos Censos de 2011 e em comparação com os mesmos em 2001fazendo uma distribuição por classes etárias da nossa população, existe uma constatação que nos deve deixar bastante preocupados e porventura bastante expectantes relativamente ao resultado dos mesmos em 2021.
Em 2001 a população da Freguesia era de 5006 habitantes passando em 2011 para 4877 uma diminuição de 129 pessoas.
Claro que isto é preocupante pois a maior Freguesia do Concelho não cresceu, pois a natalidade diminuiu e não se criou condições de fixação de novos habitantes.
Relativamente á sua distribuição por escalões etários a situação é desanimadora e preocupante pois constata-se que estamos a ficar uma população envelhecida e os resultados de 2021 ainda devem acentuar ainda mais esta tendência.
No escalão etário dos 0-14 anos de idade em 2001eramos 794 e em 2011 passam a 684 uma diminuição de 110 e são 14% da população.
Dos 15-24 em 2001eramos 692 e em 2011 passam a 553 uma diminuição de 139 e são 11,4% da população.
Dos 24-65 eramos 2753 em 2001 e em 2011 passam a 2683 uma diminuição de 70 e são 55% da população.
Com mais de 65 em 2001 éramos 767 passam a 957 aumentando 190 e são 19,6% da população.
São factos que devem ser devidamente analisados por quem de direito e que merecem uma reflexão bastante apurada pois obrigam a uma definição e uma estratégia de governação muito mais cuidada.
Se por um lado não podemos contrariar a tendência de envelhecimento da população, devem ser criadas condições para esta população se sentir bem e ter as mínimas condições de vidas e não se sentirem abandonados.
Por outro lado devem criar as condições para fixação de novos habitantes, não deixar a Freguesia morrer aos poucos, atrair investimento apoiar a criação de emprego, apostar seriamente numa zona industrial a norte da Freguesia aproveitando uma via fundamental para a entrada na europa e no mundo tanto a nível rodoviário, ferroviário e marítimo como é a A25.
Apostar na rede viária e na reconstrução imobiliária das nossas localidades pois nalguns casos parecem lugares abandonados tal é o seu estado de degradação, conservar e preservar o património da Freguesia, fazer com que todos nós e quem nos visita tenha orgulho e vontade de voltar, de poder morar ou continuar a viver cá.
Caso contrário, passamos a ser um pequeno dormitório cada vez com menos condições e cada vez com menos pessoas.
E mais não digo……