segunda-feira, 11 de junho de 2018

O QUE EU PENSO...........


Boa noite grandes amigos.
Hoje vou debruçar-me sobre uma opinião dada aqui pelo nosso administrador da qual eu concordo a cem por cento e ainda acrescento:
O Judas analisou e muito bem Valongo do Vouga e os nossos vizinhos e amigos de Macinhata do Vouga.
Valongo do Vouga esteve durante décadas entregue á governação de um núcleo duro do quero mando e posso, diz-nos a história que estas governações não conseguem atingir objectivos concretos pois não têm suporte estruturado e geralmente acabam na ruina.
Faltou visão, ambição e perspectivas de futuro para aquela que é a maior Freguesia do Concelho de Águeda e desgraçadamente paramos no tempo.
Foi construída uma escola que foi inaugurada com pompa e circunstância como sendo uma escola inteligente mas não houve visão e ambição de a dotar com um pavilhão com condições para receber jogos oficiais como foi feito em outras freguesias. Não houve visão e ambição de preservar património arquitectónico classificado como foi a casa na Aguieira, assim como em Brunhido, os fontenários foram deixados ao abandono, destruídos e danificados, assim como os lavadouros nunca tiveram manutenção e encontram-se em estado lastimável. Os nossos vizinhos preservaram o seu património, não o abandonaram.
Foi construído um jardim na sede da Freguesia que deveria ser um cartão-de-visita, mas foi abandonado, foi gasto milhares de euros no recinto da capela do Sº António com um auditório ao ar livre e tudo foi abandonado e hoje encontra-se em estado lastimável, gastou-se dinheiro no campo do Cabeço Gordo e é o que se vê tal é o estado de degradação, foi construída e muito bem a Junta de Freguesia e ao lado uma capela que veio substituir a anterior mas actualmente chove lá dentro, nunca foi feita manutenção.
Compreendo bem o desagrado da população, Valongo do Vouga parou no tempo não acompanhou a evolução, a nível industrial tudo ou quase tudo se perdeu, nada foi feito para atrair investimento, criar postos de trabalho e fixar população, não houve visão e ambição de aproveitar a passagem da IP5 actual A25 e desenvolver esforços para se fazer um acesso na zona do Salgueiro e assim criar condições para nascer uma zona industrial e ao mesmo tempo evitar a desertificação desses lugares.
Viveu-se sempre no sonho e na ilusão com projectos megalómanos como o pavilhão e piscinas, com zonas habitacionais fantasmas como são as do campo do Valonguense e do Covão.
Viveu-se sempre em constantes guerras abertas com outras instituições locais quando se deveriam ter criado as sinergias de união e caminharem todos para o mesmo lado e nestes últimos doze anos não se pensou no bem da Freguesia mas pensou-se sempre no eu, ficando a Freguesia a perder e muito neste doze anos de guerra com a Câmara Municipal.
Não consigo entender que nos meses de Verão se eu quiser ir ao rio, vou para a Freguesia de Macinhata, se quiser ir á piscina vou a Macinhata se quiser passar um dia com a família e amigos na natureza vou á Freguesia de Macinhata, pois eles souberam aproveitar, tiveram ambição e visão de futuro e criaram as infrastruturas para fixar e atrair visitantes e nós? Pois e nós! Porque não se apostou na Garganta que reúne todas as condições para ser um dos lugares mais aprazível do Concelho, sim do Concelho!
E agora temos uma Freguesia completamente deteriorada e esta equipa vai demorar muito tempo para poder mostrar algum trabalho visível, pois mas nós, queremos e vamos exigir resultados, nós queremos as promessas eleitorais realizadas, queremos uma equipa que foi eleita por o povo a trabalhar em benefício da Freguesia e a pensar no bem-estar do povo.
E mais não digo…..

sexta-feira, 8 de junho de 2018

O QUE EU PENS.....













Boa noite.
Começa a ficar difícil ter vontade de escrever, claro que vocês estão a dizer «ainda bem que vais ficar calado» mas não, enquanto encontrar motivos ninguém me cala.
No sábado fui convidado para um jantar de família, na Balboa, ou seja entre o Carreiro e as Picadas do Paço.
Como era para comer cheguei cedo ou então os outros chegaram atrasados, durante esse período de espera resolvi ir até ao Carreiro, pois já não percorria aquela rua principal á algum tempo.
Não encontrei uma única pessoa com quem conversar, tudo parecia deserto e abandonado.
Em frente ao posto da GNR alguns carros estacionados e também alguns no parque penso eu, recolhidos ou apreendidos com o muro com muitas silvas que começam a chegar a essas viaturas.
Encostado aos contentores do lixo em frente ao posto encontra-se o fontenário que existia naquele local e que foi eliminado e ali ficou, continuei e deparo-me com mais um barril de pólvora em plena rua principal tal é a quantidade de silva de mais uma casa abandonada do lado esquerdo quem vem do Carreiro em frente á regueira que passa por uma pequena ponte, do lado direito a seguir á mesma ponte encontra-se mais uma casa em ruinas e cheia de silvas.
Meus amigos não quero ser profeta da desgraça, mas Deus permita que não aconteça se houver ali um incêndio vai haver muitos danos materiais.
Neste percurso passa todos os dia e por várias vezes ainda, a GNR, espero que por pouco tempo, pois foi construído um novo posto, que vai dar melhor condições tanto de trabalho como de conforto e dignidade aos seus militares pois o actual á muito que deixou de as reunir, não seria conveniente que eles ou os chamados GIPS procurar os respectivos donos ou os seus herdeiros e obrigar a efectuar a respectiva limpeza.
Não deveria o poder local fazer um inventário destes e outros locais de risco e se não resolver o problema minimizar o risco.
Vão continuar a ignorar a realidade e a assobiar para o lado e vão ser negligentes e nada fazer, responda quem deve.
Relativamente a limpeza de bermas as imagens falam por si, uma vergonha….
E assim está uma parte do que eu vi no lugar do Carreiro.
E mais não digo……  

segunda-feira, 4 de junho de 2018

O QUE EU PENSO......


Boa noite.
Hoje vou debruçar-me sobre um tema polémico na sociedade.
A Falta de Civismo.
O termo civismo é uma palavra que provém do conceito de cidadão e refere-se a atitudes e comportamentos que este tem, no dia a dia, que seja demonstrativo de respeito pelos valores da sociedade e pelas suas instituições. Práticas essas  assumidas como os deveres fundamentais para a vida coletiva, visando a preservar a sua harmonia e melhorar o bem-estar de todos.
Estamos a viver um tempo, em que se «vive um dia de cada vez», e em que hoje estamos com mais falta de civismo que ontem, e amanhã, ainda pior estaremos.
Estamos não felizes e não contentes o que se nota no semblante de cada um, na agressividade de todos e cada um, seja em que local público possa ser, sendo que no privado é mais difícil de tal observar.
No supermercado até os empregados são maltratados pelos clientes, e nas filas todos se amontam para estar na frente mesmo que pressa não tenham. No trânsito a balbúrdia é tal que se tornou inqualificável e tudo o que seja cumprir o código está fora de questão.
O palavrão fácil e o gesto de erguer o dedo do meio da mão, é rotineiro por homens e por mulheres, por tudo e por nada é «o uso e o costume».
A falta de respeito entre gerações de baixo para cima, e de cima para baixo «vulgarizou-se», os velhos já não só deixarem de querer «educar » os mais jovens, como têm comportamentos que roçam a total deseducação. Sendo exemplos negativos que são imitados e com gosto, pelos mais novos.
O individualismo, o egoísmo o «eu, eu, eu» é o que conta com a agravante de todos e cada um actuarmos desta mesma forma, totalmente desautorizada.
E já não vai ser necessário «esperar» pelo crescimento de filhos e netos, para ver a sua selvageria em pleno, dado que todos, hoje e agora já entramos nesta desordenação total em que vale tudo desde que o «eu» esteja bem, mesmo que seja só por um minuto, e que o futuro seja previsivelmente pior.
E aqui, nem são os aspectos económicos que têm um factor mais relevante, é a educação base, que já nem instrução, são os comportamentos base em sociedade!
Como em tudo destruir é fácil, construir será muito difícil.
E viver sem regras ou quando estas disputam no nosso individualismo como vem a acontecer, evidentemente que não augura bom futuro. E como vivemos «um dia de cada vez», parece que não nos lembrarmos que amanhã viveremos também um dia de cada vez mais destruído que o hoje.
E como não temos princípios, uma vez que os vamos progressivamente aniquilando, achamos, já com dificuldade pensamos, hoje é normal viver nesta selva, se bem que, mais que não seja o egoísmo, o individualismo do outro nos incomode dado que «bate» no nosso egoísmo, individualismo.
E se assim continuarmos como é o mais plausível, daqui a 5 anos vai ser difícil sabermos em grupo conviver, dado que palavras como respeito, princípios, valores, ficaram sem significado e sem valor.
Mas de facto por muito que acenemos ser «moderno e fixe», viver cada um para seu lado, torna-se difícil e complicado, quando que temos que viver em sociedade e por muito que nos custe com algumas regras.
E estamos «nesta de vale tudo desde que, o eu ache que estou bem», mesmo não estando, mas para tal não permitindo que o «tu possas estar menos mal».
Vai acabar em desastre, mas todos estamos a ajudar para que assim venha a ser.
E mais não digo……

quarta-feira, 30 de maio de 2018

O QUE EU PENSO......





Boa noite.
Hoje não me apetecia escrever mas, existe uma obrigação moral de chamada de atenção.
No passado domingo desloquei-me ao Salgueiro para fazer a minha habitual caminhada e fazer a recolha de algumas fotos sobre algumas situações existentes no lugar para eu referenciar em próximas escritas.
Quando cheguei ao largo central quase ao lado da abandonada capela de Stº André deparo-me com aquilo que eu vou chamar de grande «barril de pólvora» tal é a gravidade da situação.
Num período de prevenção sobre incêndios quando se está a obrigar e muito vem os proprietários a limpar os seus pinhais e terrenos existe mesmo no centro do lugar habitações desabitadas completamente cobertas por imenso silvado.
Penso na minha opinião que seria de todo necessário contactar os proprietários ou os respectivos herdeiros para efectuar a respectiva limpeza, pois não estamos livres de acontecer o que ninguém quer e acontecer ali uma tragédia não digo de vidas humanas mas de prejuízos materiais bastante elevados pois ao acontecer um incêndios dificilmente as casas vizinhas escaparam tal é a quantidade de material a consumir pelas chamas.
Não sei se a população local já fez alguma diligência para solucionar esta situação e também infelizmente não encontrei ninguém num domingo de manhã para conversar sobre o assunto.
Não seria de veras útil e digo mais, necessário o poder local fazer um inventário de todas as situações de potencial risco existente nos lugares da Freguesia, pois como esta existem bastantes e desenvolver os esforços para que estas situações sejam ou resolvidas ou no mínimo reduzir os riscos.
Não vamos assobiar para o lado e antecipar-nos para garantirmos a segurança do património e da população.
Infelizmente as tragédias acontecem, não acontece só aos outros, todos os dias constatamos essas desgraças nos órgãos de comunicação social, por favor não nos deixem abrir telejornais e sermos capas de jornais.
E mais não digo…..