terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O QUE EU PENSO......



Boa noite!
Mais uma semana, mais um dia a fazer o que gosto, ou seja escrever, digo eu.
Hoje vou falar do lugar do Moutedo.
Desconhece-se a origem deste lugar, no entanto em 1721 encontra-se informação que no lugar do Moutedo existe uma capela de Santa Ana tem 18 casas, 50 pessoas maiores e 15 menores e uma criança fazendo no total 66 pessoas.
Em 8 de Novembro de 1777 nasceu neste lugar um dos mais ilustres homens públicos na história desta freguesia de seu nome José Joaquim Rodrigues Bastos, que foi jornalista, escritor, deputado às cortes, Fidalgo, Cavaleiro da Casa Real e Juiz Conselheiro, etc.
Uma das principais casas agrícolas deste lugar, já no decurso do século xx, pertenceu ao casal Aldo Correia de Bastos e Mulher Zulmira Fernandes de Almeida, ele falecido em 19 de Dezembro de 1979 e ela falecida em 14 de Abril de 1989, tendo sucedido os filhos, Georgina, Elisa, Benilde, Acácio e Albertina de Almeida Correia Bastos.
No passado domingo percorri de uma ponta á outra o Moutedo todo, penso eu pois é muito provável que não tenha passado em alguns sítios e não encontrei uma única pessoa com quem falar ou perguntar alguma coisa.
Senti algumas pessoas a falar vi ao longe um habitante dentro do seu alto muro a podar uma árvore, vi porque estava em parte alta no adro da capela.
Encontrei e fiquei bastante contente um grupo de três homens que fazem parte da comissão de festas ao Padroeiro da Freguesia o São Pedro que andavam a fazer o peditório com quem troquei alguns pontos de vista.
Encontrei muita casa abandonada e degradada, muitas silvas, mas também e muito bem nos fontenários água, sim todos tinham água, uma situação que deveria ser levada em consideração por o poder local e fazer o mesmo nos outros lugares, pois mas vão dizer: não fomos nós que tiramos, sim é verdade e porque não repor!
Fui a primeira vez ao tanque para abastecimento de helicópteros e realmente é um grande tanque, mas aí penso eu e corrijam-me se estiver errado, este equipamento deveria estar fechado, sem acesso ao interior do espaço e isso não acontece, qualquer pessoa pode ir junto ao espelho de água, se por acaso acontecer um acidente quem é o responsável, pergunto?
Também constatei que existem valas vindas das minas sem protecção podendo haver quedas, caixas sem estarem tapadas, na última Assembleia de Freguesia foi dito pelo executivo que foram todas tapadas, não corresponde á verdade, continuo a fazer a pergunta, em caso de acidente quem é o responsável?
Com a nova legislação sobre limpeza e protecção de lugares e aldeias contra incêndios o que é que foi feito no Moutedo, eu respondo nada, continua tudo igual do lado da A25 o mato e as árvores vêm até as casas, mas foi aprovado em Assembleia Municipal e o nosso poder esteve lá e votou a aprovação de verba para efectuar esses trabalhos, se existe o dinheiro porque não se trabalhou na parte serrana da Freguesia neste caso no Moutedo?
O Moutedo é o único lugar das chamadas Póvoas que continua e muito bem com a tradição de pelo menos uma vez por ano fazer a sua missa e procissão, nesse dia festivo as famílias ainda se reúnem no almoço da festa, convidam-se amigos e muita gente vem assistir e participar nas cerimónias religiosas.
O Moutedo é um dos paraísos da Freguesia, gentes amáveis e hospitaleiras, sossego, bom ar o único lugar com uma vista deslumbrante, em dia de sol consegue-se ver o farol da Barra, e o que é que tem sido feito por parte do poder para divulgar e promover este lugar, então ninguém sabe, eu digo nada, nada, bem afinal alguém me está a dizer que andaram cá na altura das eleições, pois é verdade, pois eu sei você tem razão, no dia das eleições na arruada da vitória fizeram a Freguesia toda menos as Póvoas, verdade logo aí mostraram o respeito a consideração e o desprezo por estas gentes.
Pois mas passaram por cá á pouco tempo para aplicar um placar num poste de electricidade para afixação de editais, um desses bonitos e que muito nos orgulham, um pedaço de madeira com a fixação de um arame, muito progresso, nem as árvores do adro da capela podaram e neste caso alguém passou na junta a pedir para fazerem a poda, espero que este ano o façam.
Se gosta de estar fora do stress dos centros se gosta de sossego se gosta de apreciar a natureza, se gosta de fazer caminhadas, traga o almoço ou o lanche, tem mesas e dentro de pouco tempo sombra no recinto da capela, se quer investir numa segunda habitação existem possibilidades no Moutedo.
Traga os amigos a família venha conhecer o Moutedo, venha dar vida a este maravilhoso lugar, todos juntos podemos revitalizar este paraíso.
E mais não digo….

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

O QUE EU PENSO....


Boa noite!
Mais uma semana, mais um dia a fazer o que gosto, ou seja escrever, digo eu.
Hoje vou falar de um lugar que já foi o centro do comércio da parte serrana da Freguesia de Valongo do Vouga, sim o Salgueiro.
O Salgueiro lugar muito antigo onde no ano de 1220 num documento de D.Afonso II encontramos a primeira referência, no ano de 1721 encontramos mais informações onde consta que nesse lugar há uma capela de S. André, 7 casas vivem 29 adultos e 2 crianças, em 1758 encontramos mais referências do Salgueiro.
Uma das principais casas agrícolas do lugar nos finais do século xlx e princípios do século xx, pertencia ao casal Francisco Coutinho e Maria Etelvina (D. Marquinhas), ele falecido em 11de Dezembro de 1938 com 93 anos, e ela falecida a 6 de Julho de 1939, com 68 anos.
Sucederam-lhe seus filhos, Manuel Coutinho, Maria Coutinho, Albertina Coutinho, Benvinde Coutinho, e Abel Coutinho.
Uma outra casa, também muito importante deste lugar, pertencia ao casal Joaquim da Fonseca Vidal e mulher Margarida Correia Vidal, já falecidos.
Como eu comecei por referir foi uma referência no comércio, pois segundo conversas com algumas pessoas do lugar começou por ter uma pequena loja conhecida por a loja do Augusto, outra a loja do Ladeira, um posto de recolha de leite, eu pessoalmente conheci e frequentei o Lopes, o café Novo Ambiente e o café do Vidal, estes três últimos funcionaram ao mesmo tempo.
Teve uma escola primária hoje fechada e também uma ordenha esta não tenho conhecimento se publica ou privada.
Actualmente tem uma destilaria ou seja o tradicional Alambique devidamente remodelado, uma quinta para evento a Quinta de S. André.
Um lugar que tinha todas as condições para ser uma referência na Freguesia, pois com a passagem do anterior IP5 a actual A25 como porta de entrada na Europa tanto a nível rodoviário, marítimo ou ferroviário se tivesse havido por parte do poder local uma perspectiva de futuro e ambição com a possibilidade de um acesso á mesma.
Com esse possível acesso não teria acontecido o que acontece actualmente, um abandono e uma desertificação do pequeno lugar, se hoje se fizer uma visita ao Salgueiro só com muita sorte encontrará alguém para lhe dar alguma informação ou mesmo ajuda, mais se precisar de por água no seu carro não tem um único fontenário com água.
Encontra-se o poder local a fazer algumas obras de reabilitação na desactivada escola primária para entregar segundo informação a uma organização de fora do Concelho.
Mas não seria aconselhável reunir a população do lugar, eu diria melhor, toda a população das Póvoas e procurar saber se existia alguma ideia de utilização daquelas instalações, pergunto eu?
Também se encontra já aprovado o projecto para a construção de uma nova capela e o respectivo embelezamento do seu recinto o que pode pelo menos uma vez por ano trazer algumas visitas ao lugar se fizerem a respectiva festa ao seu padroeiro Sº Andre.
Este pequeno lugar um pequeno paraíso de bom ar e muito sucesso merece por parte do poder local uma atenção muito maior desde as limpezas de bermas e valetas e muita atenção ao barril de pólvoras que se encontra no largo principal tal é o abandono das casas existentes que estão em ruinas e um grande silvado que caso aconteça um acidente de verão como são os incêndios vai ser uma calamidade pois vai ser muito difícil conter o mesmo e irá afectar as outras moradias existentes e isso meus amigos do poder, sei que foram contactados e nada fizeram, depois aparecem todos pois vão existir as câmaras televisivas, e nessa altura alguém todos vão lamentar mas ninguém vai assumir responsabilidades.
E mais não digo…..



segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

O QUE EU PENSO.....


Boa noite!
Ano novo, vida nova no entanto e como hoje é quinta-feira e como o prometido é devido vou continuar a exercitar o dedo e manter aquilo que eu considero um hábito saudável, que é escrever, digo eu…
Estamos a começar um novo ano, novos desafios, novos objectivos, novas metas, muita ambição e o fundamentalmente, muita motivação.
Motivação para continuar a ser como sou, honesto, trabalhador, directo, frontal, fiel às minhas ideologias políticas e religiosas, sem demagogias e hipocrisias.
Preparado para abraçar novos desafios, atingir as metas propostas e cumprir os objectivos delineados.
Sei que não vai ser fácil, sei que o trilho está com bastantes obstáculos, sei que existe muita carga negativa e com muita vontade de me silenciar, mas como eu costumo dizer «sem medo rumo ao futuro»
No segundo semestre de 2017 abracei um projecto que ajudei a crescer, com muito trabalho e dedicação, durante este tempo, este projecto está consolidado e com pernas para andar e com alicerces bem construídos com grande crescimento.
Claro que durante este tempo constatei o grande problema da sociedade em que estamos inseridos, muita promiscuidade, muito falta de carácter, muita manobra baixa e principalmente muito lambe botas, sim sei que é um termo muito duro mas é uma constatação factual.
Mas mesmo assim irei continuar a caminhar no trilho delineado, com muita convicção, claro que sei que não vou conseguir mudar as mentalidades muito menos as pessoas, mas serei eu, eu próprio, um cidadão atento e cumpridor das suas obrigações, um cidadão observador que não tem qualquer problema em elogiar quando acha que deve elogiar, mas também sem papas na língua quando acha que deve criticar ou contestar.
Neste percurso perdi alguns que se diziam meus amigos, que me davam palmadas nas costas enquanto precisaram e esses meus amigos ainda bem que os perdi, mas ganhei muitos que não conhecia e que quero consolidar pois são esses que me motivam a continuar, são esses que eu quero ter do meu lado diariamente.
Cada vez mais tenho adquirido conhecimentos da realidade local, tenho conversado com muita gente, tenho orgulho em as pessoas gostarem de me contar a história dos seus lugares, de me dizerem o que falta o que gostavam de ver feito, das suas dificuldades do dia a dia e são esses, alguns já com pouca mobilidade e alguns sem meios de locomoção que me comovem e me dão animo para continuar.  
Durante este ano continuarei contra a vontade de alguns a calcorrear os nossos lugares a conversar com as nossas gentes, a tirar as minhas fotos a fazer os meus vídeos a mostrar ao mundo as coisas mal feitas o que está bonito e bem feito a mostrar os nossos costumes e tradições e nada me vai fazer parar.
Eu sou o Miguel Figueiredo da Redonda um Judas a cem por cento.
E mais não digo…..

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O QUE EU PENSO......


Boa noite!
Mais uma quinta-feira, aquele dia especial, o dia de exercitar o dedo, hoje ainda mais especial pois é a ultima quinta-feira do ano, mas vou manter em 2019 aquele hábito saudável que é escrever, digo eu…
Findo mais um ano altura para fazer um balanço de 2018.
A nível local mais do mesmo, ou seja um pouco de nada ou coisa nenhuma, os passeios continuam por fazer as estradas por alcatroar a recolha do lixo continua uma verdadeira desgraça, lamentavelmente a falta de civismo começou a fazer estragos e alguns contentores foram incendiados o que são atitudes reprováveis a todos os níveis, a falta de limpeza e manutenção de bermas, valetas, jardins e parques de lazer, recuperação do património existente desde fontenários tanques nada ou quase nada foi feito.
Estamos com um terço do mandato cumprido, isto foi prometido no manifesto eleitoral:
Apostar na prevenção rodoviária com melhor sinalética e adaptação das vias.
 Potenciar caminhos existentes na freguesia e adaptar em percursos pedonais e ciclo vias de lazer fora do alcatrão e em comunhão com a natureza.
 Cuidar com organização e programação dos espaços públicos como jardins, parques de lazer, tanques, fontanários e logradouros visando a inovação e a sua utilidade.
 Melhoria e manutenção dos acessos vicinais e criação de carregadores nas áreas florestais equipados com trituradores.
Formação/sensibilização da população no que respeita à floresta.
Criação de tanques de água para apoio aos incêndios.
A importância do rio no contexto dos espaços verdes existentes tornando estes em espaços dignos como a “garganta” e outros.
 Requalificação do lameirão na Arrancada (onde está iniciado piscina e pavilhão) sustentando  a possibilidade ou não da recuperação do pavilhão anulando a piscina e transformar o local num espaço verde de lazer e com condições para a realização de eventos festivos.
 Apoiar a comunidade dinamizando protocolos de evolução faseada no parque da Boiça na Aguieira.
Colaborar com a escola na inclusão social e demais assuntos de interesse, colaborar com as instituições em acções de respostas e incentivos à comunidade.
Construção de uma casa mortuária.
Estar atentos aos problemas sociais da Freguesia.
Acolher trabalhadores beneficiários do rendimento social de inserção, através Programa Inserção do IEFP.
Dar apoio à população no preenchimento e organização de documentos, mesmo não estando estes
relacionados com as tarefas desta autarquia (especial atenção aos habitantes da zona serrana).
Tornar esta autarquia, organizada, moderna e tecnologicamente apetrechada com capacidade para
responder com rapidez e de forma eficiente a todos os que dela necessitam ou dependem.
Renovar os painéis de informação exteriores e instalação de novos em diversos lugares da Freguesia.
Requalificação de casas devolutas através de arte urbana (pintura de fachadas).
Criação de um evento festivo periódico que promova a gastronomia regional e tradições antigas e
proporcionar a vinda de espectáculos e exposições de qualidade a Valongo do Vouga.
Preservar e reforçar a relação com as associações e instituições da Freguesia.
Apoio na recuperação de moinhos e prestar colaboração em actividades propostas pelas instituições educativas.
Promover eventos desportivos e de ocupação de tempos livre em parceria com as colectividades e instituições da freguesia.
Criação de percurso (s) pedonal (ais) em Valongo do Vouga.
Requalificação de jardins e parques com colocação de aparelhos de manutenção física
Tivemos conhecimento pelos órgãos de Comunicação Social que houve uma reunião de trabalho no terreno para a revisão dos limites administrativos com a Freguesia da Trofa onde houve a perca de alguma área no Vale das Figueiras e não só, diminuindo área e perdendo população e riqueza, pois perdendo património industrial (empresas) perdemos riqueza, espero que não se tenha aplicado os aparelhos de manutenção no agora terreno do vizinho !
De tudo o que foi prometido até agora o que é que foi feito?
Responda quem souber ou quiser.
Desejo a todos um excelente 2019 e que daqui a um ano eu tenha outra opinião relativamente ao cumprimento das promessas eleitorais.
E mais não digo……