segunda-feira, 30 de julho de 2018
FESTA SANTA ANA NO MOUTEDO
Realizou-se a tradicional festa de Santa Ana no lugar do Moutedo.
Dia de muita devoção e fé que veio dizer-nos que a tradição é para manter, o que mostra que as Povoas estão vivas.
Parabens gentes do Moutedo por não deixarem acabar a festa religiosa e preservarem a festa da familia pois neste dia as familias reuniram-se e uniram-se para confraternizarem e colaborar na procissão.
No fim a actuação do jovem acordeonista Lucas que nos brindou com o seu reportório.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
quinta-feira, 26 de julho de 2018
SANTA ANA
O Moutedo vai estar em festa.
Domingo realiza-se a missa seguida de procissão da sua padroeira, Santa Ana.
Vamos dizer presente e encher aquela magnifica capela, participando na santa missa e na magestosa procissão.
Domingo ás 17 horas todos os caminhos vão dar ao Moutedo.
Domingo realiza-se a missa seguida de procissão da sua padroeira, Santa Ana.
Vamos dizer presente e encher aquela magnifica capela, participando na santa missa e na magestosa procissão.
Domingo ás 17 horas todos os caminhos vão dar ao Moutedo.
terça-feira, 24 de julho de 2018
O QUE EU PENSO......
Boa
noite!
Hoje
não me apetecia falar, mas lá vai….
Vou
hoje falar sobre a critica, pois tenho sido olhado e até confrontado com
palavras e olhares intimidatórios que em nada dignificam quem os pratica, mas
vamos em frente!
Quando
assumimos certos e determinados cargos temos que estar preparados para sermos
avaliados no nosso desempenho e nessa avaliação podemos ser criticados por
algumas situações que quem vê tem uma visão diferente da nossa.
Não podemos
nem devemos não aceitar as críticas, parece estranho mas normalmente acontece.
Mas isso é
mais comum do que imaginamos. Posso chamar isso de «Baixa tolerância à Critica».
A baixa tolerância, provavelmente ocorre, pelo facto de estarmos convencidos
que a crítica é sempre algo negativo.
Algo que nos
vai ofender, nos ferir, nos diminuir. Sempre que posso, procuro usar a «Crítica
Cuidadosa». Saber que a forma como falo e tão importante quanto o que tenho a
dizer.
Um pouco de
doçura nas palavras não vai fazer mal algum. Não vai tirar a força das palavras
que são ditas. Vai sim, criar uma aceitação positiva.
Quem é
criticado deve ter ouvidos fortes. Nem sempre somos criticados e avaliados por
pessoas que usam a «crítica cuidadosa» como instrumento de avaliação. Podem ser
mais sintéticos, objectivos e ríspidos sem no entanto deixar de ter razão no
que dizem.
A crítica
pode até ferir, mas em geral é algo destinado a contribuir para melhoria do
desempenho ou evitar erros.
Sempre que sinto a necessidade de avaliar ou
criticar alguém, devo-o fazer com amor e verdade, com uma sinceridade que
construa. E quando somos alvos de uma avaliação ou de uma crítica
devemos nos curvar, usar de humildade, ouvir com ouvidos fortes e atentos, não
agradecer mas saber ouvir.
Críticas não
são negativas nem positivas. São pontos de vista que sempre precisam de ser
compreendidos dentro de um contexto.
Podem ajudar
ou ferir, dependendo de quem as ouve. Podem ser mais bem aceites ou rejeitadas
dependendo de quem as faz, e da forma como as fazem.
Só recebe
críticas quem trabalha. Só pode fazer críticas quem também as aceita.
E
mais não digo……..
sexta-feira, 13 de julho de 2018
O QUE EU PENSO.....
PATRIMONIO LOCAL
Boa noite.
Hoje vou abordar um tema que tem
sido e muito bem debatido, criticado e tem causado alguma polémica nesta
página: A degradação do património existente nos lugares da Freguesia.
Praticamente em todos os lugares da
nossa Freguesia existem fontenários, tanques, lavadouros que em outros tempos
foram o orgulho e uma mais-valia para as populações desses lugares, muitas
vezes com o trabalho e suor das suas gentes foram construídos.
Com o decorrer dos
tempos as coisas foram-se alterando e não houve da parte do poder local e
também das populações de cada lugar visão para manter e preservar aquilo que
tanto trabalho deu para se ter e hoje recordamos com saudade.
Pessoas da minha
geração e mais antigas quem não se recorda de muitas vezes aproveitar a ida das
raparigas á fonte para lhe arrastar a asa, quem não aproveitou para namorar no
tanque e tantas outras histórias que cada um guarda na sua memoria.
Acontece
actualmente como todos sabemos que praticamente tudo se perdeu ou quase tudo,
as raparigas deixaram de ir á fonte pouca roupa se lava nos tanques, mas também
os fontenários deixaram de ter água e os poucos que ainda têm estão deitados ao
abandono e bastante degradados, outros desapareceram no meio de silvas e todo
esse património algum bastante bonito, pois principalmente os fontenários
tinham lindos painéis de azulejo, devem ser recuperados e preservados pois
fazem parte da história de cada lugar e da Freguesia e a sua recuperação
embeleza e dá outra imagem a quem nos visita.
Pois eu entendo
que tudo custa dinheiro e que a situação não está fácil mas também não digo que
se faça tudo de uma vez, mas penso que nos devemos unir em prol deste
património e meter as mãos á sua recuperação.
Mas para isso
todos temos que colaborar se antigamente nós ajudávamos agora também temos que
dizer: Estamos aqui contem connosco, nós juntamente com vocês, poder local
vamos fazer a nossa Vila cada vez mais bonita.
E mais não digo…….
domingo, 1 de julho de 2018
AS POVOAS NA PROCISSÃO DO PADROEIRO
Hoje foi um dia de muito orgulho para as gentes da parte serrana da freguesia de Valongo.
As Povoas estiveram presentes com duas das suas bandeiras da Santa Ana do Moutedo e da Nossa Senhora das Dores da Redonda na procissão da Festa do Padroeiro da Freguesia o São Pedro.
Linda procissão a mordomia está de parabens.
segunda-feira, 11 de junho de 2018
O QUE EU PENSO...........
Boa noite grandes amigos.
Hoje vou debruçar-me sobre uma opinião dada
aqui pelo nosso administrador da qual eu concordo a cem por cento e ainda
acrescento:
O Judas analisou e muito bem Valongo do Vouga
e os nossos vizinhos e amigos de Macinhata do Vouga.
Valongo do Vouga esteve durante décadas
entregue á governação de um núcleo duro do quero mando e posso, diz-nos a
história que estas governações não conseguem atingir objectivos concretos pois
não têm suporte estruturado e geralmente acabam na ruina.
Faltou visão, ambição e perspectivas de futuro
para aquela que é a maior Freguesia do Concelho de Águeda e desgraçadamente
paramos no tempo.
Foi construída uma escola que foi inaugurada
com pompa e circunstância como sendo uma escola inteligente mas não houve visão
e ambição de a dotar com um pavilhão com condições para receber jogos oficiais
como foi feito em outras freguesias. Não houve visão e ambição de preservar
património arquitectónico classificado como foi a casa na Aguieira, assim como
em Brunhido, os fontenários foram deixados ao abandono, destruídos e
danificados, assim como os lavadouros nunca tiveram manutenção e encontram-se
em estado lastimável. Os nossos vizinhos preservaram o seu património, não o
abandonaram.
Foi construído um jardim na sede da Freguesia que
deveria ser um cartão-de-visita, mas foi abandonado, foi gasto milhares de
euros no recinto da capela do Sº António com um auditório ao ar livre e tudo
foi abandonado e hoje encontra-se em estado lastimável, gastou-se dinheiro no
campo do Cabeço Gordo e é o que se vê tal é o estado de degradação, foi
construída e muito bem a Junta de Freguesia e ao lado uma capela que veio substituir
a anterior mas actualmente chove lá dentro, nunca foi feita manutenção.
Compreendo bem o desagrado da população,
Valongo do Vouga parou no tempo não acompanhou a evolução, a nível industrial
tudo ou quase tudo se perdeu, nada foi feito para atrair investimento, criar
postos de trabalho e fixar população, não houve visão e ambição de aproveitar a
passagem da IP5 actual A25 e desenvolver esforços para se fazer um acesso na
zona do Salgueiro e assim criar condições para nascer uma zona industrial e ao
mesmo tempo evitar a desertificação desses lugares.
Viveu-se sempre no sonho e na ilusão com
projectos megalómanos como o pavilhão e piscinas, com zonas habitacionais
fantasmas como são as do campo do Valonguense e do Covão.
Viveu-se sempre em constantes guerras abertas
com outras instituições locais quando se deveriam ter criado as sinergias de
união e caminharem todos para o mesmo lado e nestes últimos doze anos não se
pensou no bem da Freguesia mas pensou-se sempre no eu, ficando a Freguesia a
perder e muito neste doze anos de guerra com a Câmara Municipal.
Não consigo entender que nos meses de Verão se
eu quiser ir ao rio, vou para a Freguesia de Macinhata, se quiser ir á piscina
vou a Macinhata se quiser passar um dia com a família e amigos na natureza vou
á Freguesia de Macinhata, pois eles souberam aproveitar, tiveram ambição e
visão de futuro e criaram as infrastruturas para fixar e atrair visitantes e
nós? Pois e nós! Porque não se apostou na Garganta que reúne todas as condições
para ser um dos lugares mais aprazível do Concelho, sim do Concelho!
E agora temos uma Freguesia completamente
deteriorada e esta equipa vai demorar muito tempo para poder mostrar algum
trabalho visível, pois mas nós, queremos e vamos exigir resultados, nós
queremos as promessas eleitorais realizadas, queremos uma equipa que foi eleita
por o povo a trabalhar em benefício da Freguesia e a pensar no bem-estar do
povo.
E mais não digo…..
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